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Correspondentes bancários atuam com ofertas mais completas de serviços financeiros, refletindo a nova configuração do mercado brasileiro

O mercado financeiro no Brasil vive uma transição estrutural, que vai além da digitalização de processos, redefinindo quem cria, distribui e oferta produtos financeiros. Essa transformação vem se refletindo na atuação dos corbans, que passaram a atuar em outras frentes de mercado e, assim, a ganhar ainda mais relevância no cenário nacional.

O crescimento dos corbans

Segundo dados do Banco Central, o número de corbans cresceu 101% entre 2006 e 2022, saltando para 228,8 mil. De lá para cá, esse número mais do que dobrou, alcançando mais de 500 mil em 2025 e superando a quantidade de agências bancárias. Essa capilaridade coloca os corbans em uma posição estratégica, como canais de acesso próximo aos usuários finais, com forte presença em mercados como crédito consignado, crédito pessoal, microcrédito e serviços financeiros básicos.

Os números do mercado de fintechs servem como reforço dessa mudança de perfil dos corbans. Conforme dados da Pesquisa Fintechs de Crédito Digital, da PwC Brasil e Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), o volume de crédito concedido por fintechs alcançou R$ 35,5 bilhões em 2024, alta de 68% ante o ano anterior.

A transformação de corbans em fintechs

Historicamente, os corbans viviam de comissões pagas por instituições financeiras parceiras. Nesse modelo, a receita era proveniente da integração de produtos desenhados e geridos por terceiros. Mas, com o avanço da tecnologia e maior acesso a funding, muitos deles perceberam que há mais valor em originar produtos de crédito, obtendo margens mais amplas sobre o ciclo completo.

Essa transição tem impactos profundos no universo dos corbans. Ao invés de apenas trabalhar com produtos de terceiros, sua atuação como fintech permite obter uma receita direta com o crédito “feito em casa”, estimulando a retenção de clientes e aprofundando seu relacionamento. Além disso, justamente por essa proximidade, o conhecimento sobre o risco do cliente é maior e, como fintech, o corban consegue ter condições mais ajustadas ao nicho em que atua.

Outro ponto está ligado à conexão entre a capilaridade e a tecnologia. Os correspondentes bancários contam com um ativo valioso: sua rede física ou comunitária. Quando combinada às plataformas digitais, conecta a proximidade local com eficiência digital.

O uso de FIDCs e outras estruturas de funding também é importante para esse crescimento, ao permitir que corbans alavanquem suas atividades sem depender exclusivamente de capital próprio.

Tecnologia, regulação e tendências de mercado

A transição da atuação dos corbans para fintechs envolve muito mais do que um simples rebranding. É resultado de três tendências convergentes, que criam um ambiente fértil para essa mudança de perfil.

  • Acesso a tecnologia escalável. Plataformas de originação, análise de perfil de clientes e gestão de carteira, que antes eram inacessíveis para intermediários menores, agora estão ao alcance por meio de arquiteturas em nuvem, APIs e soluções modulares. Isso reduz o custo de entrada e eleva a capacidade operacional de um corban para atuar como instituição própria.

  • Mudanças regulatórias e estrutura legal. A regulação brasileira, com as resoluções do CMN (Conselho Monetário Nacional) que habilitam modelos como Sociedade de Crédito Direto (SCD) e Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP), criou caminhos para que empresas com base tecnológica possam originar crédito de forma própria, sem depender exclusivamente de contratos de comissão.

  • Acesso a funding profissionalizado. Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e outros veículos de capital passaram a ver no crédito originado por corbans um ativo atraente, especialmente em modalidades de baixo risco, como o consignado, que têm inadimplência mais baixa quando comparada a outros produtos de crédito do mercado.

Desafios e oportunidades para os corbans no mercado de fintechs

A evolução dos corbans vem acompanhada de desafios e oportunidades. Como desafios, a conformidade regulatória e a governança de risco se tornam mais complexas com os corbans atuando como fintechs, o que exige a adoção de modelos de compliance mais robustos. 

Por outro lado, novas oportunidades se abrem nessa nova tendência. Ao transformar o atendimento físico em canais digitais, o setor de corbans pode expandir o acesso ao crédito para novas regiões e segmentos subatendidos. Já os dados dos clientes e a tecnologia possibilitam ofertas personalizadas, de acordo com o perfil de cada cliente, melhorando tanto a experiência quanto a performance do crédito.

Celcoin: soluções “as a service” trazem mais eficiência, segurança e automação aos corbans

O movimento de atuação dos corbans como fintechs é um reflexo de um mercado em constante reinvenção, no qual tecnologia, capital e regulação convergem para reconfigurar o sistema financeiro brasileiro. Atenta a essa tendência e à evolução do mercado na totalidade, a Celcoin oferece uma infraestrutura robusta, modular e completa no modelo “as a service para que empresas como fintechs, bancos, varejistas, ERPs e corbans possam embarcar serviços financeiros em suas próprias plataformas. Tudo isso sem a necessidade de desenvolver tecnologia do zero ou possuir todas as licenças bancárias, já que é possível operar com a SCD da própria Celcoin.

Reconhecida hoje como a infratech com a esteira de crédito mais completa do mercado, a Celcoin automatiza toda a jornada: da análise de risco à recuperação de crédito, passando pela simulação de valores e a emissão de documentos como CCBs e Notas Comerciais.

Consignado as a Service da Celcoin

Com diferentes modalidades de crédito, as soluções da Celcoin são personalizadas a necessidades específicas de cada indústria. No universo dos corbans, podemos destacar o Consignado as a Service como um produto em plena expansão.

Por meio dele, é possível automatizar consultas, registros e averbações com convênios públicos e privados, além de garantir uma formalização digital robusta com biometria facial, reduzindo fraudes e agilizando todo o processo.

Integrado à infraestrutura de tecnologia financeira da Celcoin, corbans podem fazer abertura de contas, o que resulta em um maior controle dos recursos e um floating mais atrativo, abrindo também a possibilidade de ofertar outros produtos de crédito. Sempre mantendo o fluxo financeiro internamente, eliminando intermediários e aumentando ganhos.

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