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A indústria de pagamentos está entrando em uma fase de expansão estrutural, com um movimento que vai muito além do crescimento orgânico do mercado financeiro. De acordo com o estudo The New Payments Era, da ACI Worldwide, o volume global deve saltar de US$ 190 trilhões, obtidos em 2023, para mais de US$ 290 trilhões até 2030, impulsionado principalmente pela digitalização do varejo, aceleração do e-commerce e consolidação dos pagamentos em tempo real. 

Ao mesmo tempo em que o mercado cresce em volume, os pagamentos em tempo real deixam de ser uma tendência emergente e se consolidam como um padrão importante de experiência para consumidores e empresas em dezenas de países, incluindo o Brasil.

Segundo o estudo, em 2023 as transações instantâneas globais ultrapassaram a marca de 266 bilhões de operações, com crescimento anual superior a 40%. A projeção é que uma parcela crescente dos fluxos de pagamento internacionais passe a operar em ambientes cada vez mais próximos a operações em tempo real, semelhantes ao Pix.

À medida que a demanda global de pagamentos aumenta, cresce também uma pressão crescente para as instituições oferecerem experiências de pagamento integradas, seguras e em tempo real. No entanto, muitas ainda lidam com sistemas legados, desenhados para uma liquidação mais lenta dos pagamentos, o que se torna um desafio diante de um mercado cada vez mais competitivo, no qual predominam meios de pagamento mais eficientes.

Crescimento dos pagamentos internacionais enfrenta desafios de infraestrutura

O avanço do comércio internacional, das plataformas digitais e do B2B global têm colocado os pagamentos transfronteiriços em um novo patamar de volume e complexidade operacional. Porém, a infraestrutura que sustenta esses fluxos ainda carrega ineficiências. 

O estudo aponta que, apesar da expansão acelerada dos pagamentos globais ao longo da década, os fluxos cross-border continuam dependentes de múltiplos intermediários e janelas de liquidação que extrapolam a expectativa de operações em tempo real por empresas e consumidores. Na prática, isso se traduz em custos elevados, pouca previsibilidade de prazo e visibilidade limitada do status da transação ao longo do caminho, o que pressiona o capital de giro de empresas que operam cadeias globais.

O descompasso entre expectativa de mercado e realidade operacional fica ainda mais evidente quando se observa a meta de convergência para pagamentos internacionais mais rápidos e transparentes. A agenda global liderada pelo G20 estabeleceu objetivos mensuráveis para 2027, incluindo que ao menos 75% dos pagamentos internacionais sejam concluídos em até uma hora e o restante em até um dia útil, além da obrigatoriedade da transparência sobre custos totais, prazos e mecanismos de rastreamento ponta a ponta. 

A pressão regulatória também adiciona camadas de complexidade aos pagamentos internacionais. O estudo destaca que os controles de AML e compliance exigem monitoramento de fluxos mais amplos e em tempo quase real, algo difícil de sustentar em arquiteturas fragmentadas, nas quais dados ficam dispersos em diferentes intermediários. 

Sem uma camada unificada de orquestração e padronização de dados, as instituições elevam os custos de conformidade e ampliam riscos, o que atrasa pagamentos legítimos e deteriora a experiência das empresas.

Esse movimento também cria condições para conectar pagamentos instantâneos domésticos a fluxos internacionais de forma progressiva, aproximando a experiência cross-border do padrão de velocidade e transparência já visto em mercados com pagamentos em tempo real mais maduros, como o Brasil.

Hubs de pagamento ganham espaço como alternativa à fragmentação dos sistemas

Diante desse cenário, o relatório mostra que a modernização da infraestrutura de pagamentos deixou de ser um aspecto somente técnico e ganhou espaço no escopo estratégico das empresas. 

De acordo com a ACI Worldwide, bancos que avançaram na adoção de plataformas unificadas de pagamento relataram ganhos expressivos de eficiência operacional, com reduções de custos que variam entre 25% e 30%, além de incrementos de receita entre 15% e 20%, viabilizados pela maior agilidade no lançamento de produtos, integração de parceiros e criação de novos fluxos de valor. 

A mudança de arquitetura, que substitui múltiplos sistemas por uma camada central de orquestração, melhora a governança de risco e compliance ao adotar políticas unificadas de prevenção a fraudes, monitoramento e conformidade regulatória. 

Outro efeito estratégico desse movimento, conforme o estudo, é a evolução de hubs de pagamento, que criam novas condições para as empresas monetizarem sua própria infraestrutura. Ao transformar a camada de pagamentos em uma plataforma orquestradora, as empresas de infraestrutura financeira passaram a disponibilizar APIs e soluções modulares para seus parceiros, viabilizando modelos de Embedded Finance, Banking as a Service (BaaS) e integrações mais profundas com ecossistemas de varejo, plataformas digitais e empresas B2B. 

Protagonismo do Brasil no ambiente global de pagamentos

No centro da transformação global, apontada pelo relatório, está a mudança dos pagamentos como vantagem estratégica e competitiva. Essa mudança é particularmente visível no Brasil, onde o Pix e a evolução do Open Finance impulsionaram uma revolução de infraestrutura que está remodelando a experiência do cliente e o posicionamento das empresas no mercado. 

Enquanto muitos mercados ainda lutam para tornar os pagamentos mais rápidos e baratos, o Brasil se tornou referência para outros países. Segundo dados do Banco Central, em 2025 o Pix movimentou R$ 35,4 trilhões em mais de 79 bilhões de transações, consolidando o mercado brasileiro como protagonista na cadeia de valor dos meios de pagamento instantâneos.

Esses números refletem não apenas a preferência do usuário final, mas também a infraestrutura financeira cada vez mais integrada ao cotidiano das empresas, incluindo desde micropagamentos até serviços financeiros embutidos na plataforma de empresas financeiras e não financeiras. 

Para as empresas, o pagamento deixou de ser um ponto de fricção e passou a ser uma alavanca de conversão e fidelidade. Em segmentos como e-commerce, marketplace e varejo, o Pix não só disputa participação com cartões, mas tende a superá-los. Projeções do mercado indicam que esse meio de pagamento pode alcançar 50% das transações online até 2028, ultrapassando a participação dominante dos cartões tradicionais nesses ambientes. 

A integração com plataformas financeiras não só melhora a experiência do usuário, mas reduz atritos no checkout, acelera autorizações e amplia opções de crédito sob demanda, assim como reduz custos operacionais e expõe novas oportunidades de monetização.

Celcoin na vanguarda da infraestrutura financeira

A Celcoin acompanha as tendências de evolução dos serviços financeiros e hoje detém a infraestrutura financeira de pagamentos, crédito e banking mais completa do mercado. Modular e one stop shop, funciona como um motor invisível que permite às empresas financeiras e não financeiras – como fintechs, varejo, e-commerces, marketplaces, ERPs e corbans – operarem diferentes categorias de produtos financeiros personalizados em suas plataformas, com ou sem licença própria, com agilidade, eficiência, conformidade, segurança e sem fricção.

Entre as principais soluções de pagamento possibilitadas pela infraestrutura, muitas delas já integradas ao crédito, se destacam Buy Now Pay Later (BNPL), Pix de Alta Performance, Pix Indireto, Pix Automático, Split de Pagamentos, Compra com 1 Clique, Antecipação de Recebíveis e Gestão de Carteira e Cobrança.

Quer saber como se adequar ao novo mercado global de pagamentos e escalar sua operação financeira com a infraestrutura robusta da Celcoin? Fale com um especialista!

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