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Após um período marcado pelo avanço da inovação tecnológica e pela continuidade do surgimento de novas fintechs no Brasil, o sistema financeiro vivenciou 2025 como um marco dos primeiros passos de uma fase de maturidade estrutural.

Bancos, startups financeiras, reguladores e empresas compreenderam que somente investir em inovação não sustenta o crescimento. Escalabilidade, segurança, gestão de dados com governança e tecnologias emergentes se tornaram aspectos importantes dessa evolução.

Ao longo do ano, o mercado passou por progressos importantes. Questões regulatórias implementadas pelo Banco Central, evolução dos meios de pagamento no ambiente digital, olhar mais voltado para segurança e transparência das operações, novas modalidades do Pix, novos passos do Open Finance e o papel cada vez mais relevante da Inteligência Artificial são alguns dos pilares interdependentes que desenharam um novo sistema financeiro, cujos reflexos devem ditar o caminho do mercado em 2026.

5 anos do Pix: expansão, novos produtos e segurança

Lançado em novembro de 2020, o Pix promoveu grandes mudanças nos meios de pagamento. De novidade tecnológica, ganhou protagonismo, tornando-se parte da rotina financeira dos brasileiros. Em 2025, até novembro, o sistema superou a marca de 290 milhões de transações diárias, com mais de 900 milhões de chaves cadastradas, de acordo com o BC, ocupando cada vez mais espaço não somente no universo das pessoas físicas, mas também no varejo, e-commerce e B2B.

Ao longo de seus cinco anos de vida, o Banco Central investiu na evolução desse meio de pagamento instantâneo, ampliando o ecossistema além das simples transferências. Novas funções surgiram no mercado, como Pix Cobrança, Pix Saque, Pix Troco, Pix Agendado, Pix por Aproximação e Pix Automático. Algumas delas prometem forte expansão já em 2026, como o Pix Automático, uma alternativa robusta ao débito tradicional, e o Pix por Aproximação, que deve aumentar sua presença cada vez mais no varejo físico; além do lançamento do Pix Parcelado, previsto para 2026.

Junto a essa expansão significativa, o reforço do arcabouço regulatório com foco no Pix seguiu adiante, direcionado principalmente para questões como segurança, sinalizando que essa preocupação saiu da retórica e se tornou um ponto crítico. Novas regras, como o MED 2.0, foram lançadas para combater fraudes e aumentar a confiança dos usuários, cuja obrigatoriedade passa a valer a partir de fevereiro de 2026.

Outro meio de pagamento que ganhou corpo em 2025 foi a Jornada Sem Redirecionamento (JSR), que tornou a experiência do usuário final mais fluida. Atualmente, o cliente precisa autorizar o compartilhamento de dados, de instituição por instituição. No entanto, o BC deve começar alguns testes em 2026 para uma jornada que permita ao consumidor, com apenas um consentimento, dar seu sinal verde para várias instituições de uma vez só.

Open Finance: uso intensivo e estratégico dos dados no sistema financeiro 

Assim como o Pix, o Open Finance celebrou seu quinto aniversário em 2025, com um impacto muito além do simples compartilhamento de dados. Para diversos especialistas, o ecossistema provocou grandes transformações, permitindo que os dados financeiros fluam com segurança, gerando novos produtos, serviços e modelos de crédito

Segundo os últimos dados do Banco Central, o Open Finance, que atualmente está na Fase 4, já soma mais de 140 milhões de autorizações de acesso e cerca de R$ 2 bilhões movimentados mensalmente. Em 2025, o foco principal foi o desenvolvimento de novos serviços, como a portabilidade do crédito e o uso do Pix como garantia de empréstimos, além de uma maior profissionalização e governança.

Um dos avanços mais notáveis no ano foi a utilização intensiva de Inteligência Artificial sobre os dados, possibilitando ofertas de crédito mais ágeis e assertivas, além de soluções para a gestão financeira das PMEs. Apesar do crescimento, a adoção por parte dessas empresas ainda segue caminhando a passos lentos, sendo esse um desafio que deve ter a atenção do mercado em 2026.

Inteligência Artificial no centro das operações

Em 2025, a IA saiu da teoria e se tornou um pilar central das operações financeiras. Bancos e fintechs investiram fortemente em IA Generativa, analytics e automação. Pesquisas globais apontam que mais de 85% das instituições planejam aumentar seus investimentos em IA e GenAI para alavancar eficiência e elevar a competitividade.

Segundo dados da Febraban, o orçamento total dos bancos brasileiros destinado à tecnologia ficou próximo de R$ 47,8 bilhões em 2025, alta de 13% em relação a 2024.

A IA não somente ampliou a eficiência operacional das instituições financeiras e fintechs, como também ocupou o papel de peça-chave na detecção de fraudes, gestão de riscos, adoção de modelos de crédito inteligentes e mais assertivos, personalização de serviços, automação e fortalecimento dos agentes virtuais.

Ao mesmo tempo, a ferramenta trouxe para as empresas alguns desafios ligados à governança de dados, transparência dos modelos financeiros e risco de vieses dos algoritmos.

Novas regulações trouxeram impactos estruturais ao sistema financeiro

O pano de fundo de todas essas transformações em 2025 foi um ambiente regulatório mais rigoroso. Segurança cibernética, combate a fraudes, mudanças nos reportes financeiros, governança e transparência das operações, regulação dos juros de cartões de crédito e atualização do padrão contábil (Cosif) foram alguns dos temas trabalhados pelos órgãos reguladores em 2025 e renderam novas regras. 

O Banco Central e o Conselho Monetário Nacional (CMN) também subiram a régua em aspectos como governança corporativa, compliance e implementaram novas regras para o Banking as a Service (BaaS).

Além disso, os reguladores aumentaram a pressão sobre o capital mínimo para instituições financeiras, refletindo maior preocupação com a solidez do sistema financeiro.

Consolidação do BaaS e do Embedded Finance

Outro movimento estrutural de 2025 foi a consolidação do Banking as a Service (BaaS) e das soluções de finanças embarcadas. Após um ciclo inicial de forte expansão, o ano foi marcado pelo avanço de plataformas que oferecem escalabilidade, governança, compliance e eficiência.

A regulação implementada pelo Banco Central em novembro busca disciplinar os modelos para a oferta de serviços e pagamentos, garantindo maior transparência e segurança para empresas e clientes. A norma aborda questões importantes, como a definição de papéis, responsabilidades e escopo de serviços, além de estabelecer padrões que contribuem para a estabilidade do sistema financeiro.

Segundo dados do instituto de pesquisa Intellectual Market Insights Research (IMIR), o setor de BaaS deve movimentar US$ 10 bilhões até 2030. Em 2024, movimentou US$ 800 milhões e vem crescendo em um ritmo superior a 25% nos últimos cinco anos.

Esse avanço reflete o aumento da democratização do acesso aos serviços financeiros, permitindo que empresas de diversos setores, incluindo varejo físico, e-commerce e ERPs ofereçam produtos financeiros por meio de parcerias com instituições reguladas pelo BC.

Nesse cenário, essas organizações passaram a buscar parceiros capazes de oferecer uma infraestrutura financeira modular, integrável via APIs, com capacidade de escalar operações de pagamento, cobrança, crédito e liquidação com segurança e alta performance.

Infraestrutura financeira como necessidade para evolução das empresas

A consciência das empresas sobre a importância de implementar uma infraestrutura financeira sólida foi o pilar silencioso, porém decisivo, que deu sustentação a esse avanço tecnológico. Ao longo do ano, o debate deixou de girar apenas em torno de produtos e experiências digitais e se concentrou na arquitetura dos modelos, escalabilidade, resiliência operacional e interoperabilidade entre sistemas.

Durante o ano, em um ambiente cada vez mais marcado por volumes recordes de transações instantâneas e exigências regulatórias crescentes, ficou claro para o mercado que não é possível obter inovação sustentável sem contar com uma infraestrutura robusta por trás das operações.

Em 2025, grandes instituições financeiras aceleraram a migração de sistemas legados para modelos baseados em APIs, microsserviços e cloud, buscando maior eficiência e menos latência. Afinal, em um sistema que processa centenas de milhões de transações diárias, qualquer gargalo técnico pode gerar risco operacional e reputacional.

O amadurecimento do Pix elevou o padrão dos serviços financeiros, proporcionando operações em tempo real, disponibilidade contínua e liquidação imediata. Com isso, as empresas passaram a demandar infraestruturas de pagamento e cobrança mais flexíveis, capazes de se adaptar a diferentes jornadas, do e-commerce à recorrência, do B2B ao Embedded Finance.

Para a infraestrutura financeira, o avanço do Open Finance no período trouxe o desafio de orquestrar grandes volumes de dados sensíveis em tempo real, com consentimento, rastreabilidade e alta disponibilidade. Na prática, isso exigiu investimentos em plataformas robustas de consentimento, gestão de identidade e autenticação, monitoramento, entre outros aspectos.

Instituições financeiras e fintechs que já operam com uma infraestrutura moderna conseguiram extrair valor dos dados compartilhados com agilidade, transformando-os em uma concessão de crédito mais precisa, ofertas hiperpersonalizadas e automação cada vez mais presente. 

Celcoin permanece na vanguarda da inovação financeira

Em 2025, um fato ficou evidente: a infraestrutura financeira deixou de ser um custo operacional para se tornar uma vantagem competitiva. Empresas capazes de oferecer estabilidade, integração rápida, compliance e modularidade ocuparam posições centrais no ecossistema financeiro.

A Celcoin acompanhou essa evolução e se destaca nesse universo, oferecendo uma infraestrutura “one-stop-shop” segura, personalizável e eficiente, que inclui soluções de crédito, pagamentos e banking. Por meio dela, empresas de todos os segmentos podem, por exemplo, ter sua própria esteira de crédito e oferecer pagamentos diretamente em suas plataformas digitais, multiplicando possibilidades de atuação sem precisar desenvolver tecnologias do zero, obter suas próprias licenças regulatórias ou depender de grandes instituições bancárias.

Ao longo do ano, trouxe também novos produtos ao mercado, comoCompra com 1 Clique (JSR), Pix Automático, antecipação a fornecedores e Consignado as a Service, além de ampliar sua atuação para empresas já reguladas.

As possibilidades de 2026 seguem se multiplicando e contar com a infraestrutura de tecnologia financeira mais completa do mercado é estar sempre um passo à frente. Fale com um de nossos especialistas e saiba como a Celcoin pode potencializar seu negócio.

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