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A Inteligência Artificial deixou definitivamente o campo dos projetos experimentais e tornou-se a principal condutora da transformação do sistema financeiro. Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, desenvolvida em parceria com a Deloitte, os investimentos na ferramenta se tornaram altamente estratégicos para os bancos. Aprimorar a experiência do cliente se tornou prioridade máxima para 80% das instituições.

Mais de 70% das instituições financeiras usaram a IA para expandir as transações via chatbot e explorar melhor os apps de mensageria, e 68% focaram seus esforços no uso da IA Generativa para evoluir o atendimento ao cliente, em busca de um grau cada vez maior de personalização e competitividade.

Embora a implementação de IA para tornar a experiência do cliente cada vez mais completa esteja em níveis diversos entre os bancos, o uso de chatbots foi o principal alvo da implementação da IA em larga escala: 28% investiram no desenvolvimento de assistentes virtuais para dar apoio aos clientes durante o atendimento e 26% direcionaram os aportes para o onboarding, automatizando e otimizando a verificação da identidade dos clientes. 

Como resultado, 19% dos bancos alcançaram ganhos elevados em eficiência nesse quesito. Além disso, impulsionadas pela Inteligência Artificial, 7,1% das ações de fidelização tiveram êxito.

Isso mostra que os bancos conseguiram transformar atendentes automatizados baseados em processos rígidos em sistemas de escuta ativa e contextual, capazes de solucionar demandas complexas de forma personalizada e fluida.

Pesquisa Febraban destaca a soberania do mobile banking

A nova era do atendimento ao cliente com os incrementos de IA vai ao encontro de uma tendência que a edição da pesquisa da Febraban de 2025 já havia destacado: o uso maciço dos dispositivos móveis para movimentações financeiras.

Os números da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 enfatizaram uma maturidade ainda maior desse movimento: 78% das transações foram feitas via mobile banking em 2025, sinalizando esse canal como a interface preferida dos usuários. Somado ao Internet Banking, os meios digitais concentram 83% do volume transacional total, registrando um salto de 169% nos últimos cinco anos.

Na contramão, a busca por atendimento nos canais físicos tem sido cada vez menor. O volume de transações nas agências caiu 4%, enquanto o recuo nos caixas eletrônicos (ATMs) foi de 13%. Esse comportamento é acompanhado pelo crescimento orgânico da base: do total de 596 milhões de contas ativas no país, 40% operam ativamente nos meios digitais, que por sua vez já respondem por 54% das aberturas de novas contas correntes. 

O estudo apontou ainda que 76% dos clientes ativos no ambiente mobile são considerados heavy users e concentram mais de 80% de suas transações nos apps. Esse engajamento foi estimulado pela adesão consistente do Pix pelos consumidores. As transações financeiras feitas por esse meio de pagamento subiram 19% no celular e 53% no internet banking em 2025.

O papel estratégico da IA no Open Finance

A IA se mostra um instrumento importante para solucionar o maior gargalo atual do Open Finance no país, apontado pela pesquisa da Febraban: o paradoxo entre o volume massivo de dados e a baixa captura de valor. 

Em um cenário com 102,8 milhões de consentimentos ativos – alta de 122% ante 2024 – apenas 7% extraem benefícios significativos do ecossistema atualmente. Em contrapartida, 52% das instituições projetam extrair vantagens em um futuro próximo, com produtos rentáveis e experiências de alta fidelização.

Esse hiato de 45 pontos percentuais entre o estágio atual e a expectativa do mercado denota que as empresas ainda estão estruturando as camadas de inteligência analítica necessárias para processar esse volume relevante de informações. 

A tendência imediata é o uso de IA e modelos preditivos para processar esses dados em tempo real, transformando o histórico financeiro compartilhado em limites de crédito dinâmicos, ofertas personalizadas de serviços e prevenção à fraude diretamente na origem da transação. 

Cibersegurança proativa e prevenção a fraudes por meio de IA

No cenário de digitalização hiperconectada, a proteção de dados e ativos se tornou um pilar essencial de sustentação. Conforme a pesquisa, 80% das instituições financeiras colocam a cibersegurança como uma das prioridades de investimento

Como estratégia de diferenciação, a entrega de uma estrutura de segurança e privacidade de ponta virou um norte para as tomadas de decisão: 80% das organizações entenderam que o caminho mais seguro para se destacar e ganhar a confiança do público é se tornar referência em confiabilidade dentro do ecossistema. Esse olhar atento tem como fator principal a necessidade de proteger um ambiente que contabiliza transações de bilhões de reais instantaneamente via Pix e canais mobile a cada ano. 

A IA voltada para análise preditiva de riscos cibernéticos e detecção de ameaças foi adotada por 77% dos bancos. Adicionalmente, 46% aplicaram a ferramenta com foco em simulações automatizadas de ataques para testar a resiliência dos sistemas, e 31% para automatizar respostas a incidentes sem a necessidade de intervenção humana. 

Esse esforço técnico gerou resultados de eficiência operacional expressivos. O ganho médio de eficiência na prevenção de riscos cibernéticos subiu de 7,8% em 2024 para 10% em 2025, com 17% dos bancos atingindo patamares de ganho elevados. Na prevenção de fraudes, o indicador avançou de 7,9% para 11% no mesmo período. 

Apesar desse avanço, o setor ainda encontra alguns desafios para adotar a IA na segurança da informação.

  • 68% se preocupam com questões como privacidade, governança de dados e uso ético da ferramenta;
  • 40% estão receosos com a escassez de profissionais com conhecimento técnico de IA aplicada à segurança;
  • 32% têm dificuldade de integrar a ferramenta em sistemas legados e na infraestrutura tecnológica existente.

Celcoin na era da IA: infraestrutura completa para operações financeiras digitais

O panorama descrito pela Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 demonstra que colocar o banco dentro do celular foi apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio atual é dar inteligência a esse ecossistema. Modelos preditivos de IA, Open Finance e cibersegurança proativa exigem uma base tecnológica de alta performance, capaz de processar volumes massivos de dados em tempo real.

Neste cenário, a Celcoin se consolida como a parceira ideal, oferecendo a infraestrutura financeira mais completa do mercado, já conectada à IA. Suas soluções removem as barreiras de legado técnico e preparam as instituições para escalar com rapidez, segurança e conformidade:

  • Pioneirismo com MCP (Model Context Protocol): a Celcoin foi a primeira infratech do Brasil a disponibilizar um servidor MCP para AI-assisted development. Essa solução conecta AI Coding Agents diretamente às documentações técnicas da Celcoin, permitindo que a IA do desenvolvedor planeje migrações de sistemas legados e valide integrações dentro da própria IDE de forma nativa e estruturada. A tecnologia elimina o principal entrave técnico citado por 32% dos bancos na pesquisa, reduzindo o ciclo de go-live e gerando economia de até 70% no tempo de desenvolvimento.

 

  • Core Banking: infraestrutura modular e via API que suporta operações de empresas com licença própria, conectando-as de forma nativa à Celcoin. A solução reduz custos operacionais, otimiza os processos de backoffice e acelera o lançamento de novos produtos, orquestrando contas, saldos e serviços financeiros com alta eficiência. Além disso, possibilita a integração ágil de novas ferramentas e a migração de sistemas legados para uma arquitetura moderna.

 

  • Infraestrutura Pix: robusta e estável, processa grandes volumes de transações instantâneas com segurança. Oferece total autonomia de gestão e funcionalidades prontas para o consumo moderno, como o Pix Automático para pagamentos recorrentes.

 

  • Open Finance: resolve o gargalo de dados apontado pelo estudo da Febraban e da Deloitte ao coletar, padronizar e entregar dados estruturados em tempo real. Essa eficiência gera o insumo perfeito para que os modelos preditivos e algoritmos de IA das instituições criem limites de crédito dinâmicos e ofertas personalizadas instantaneamente.

 

  • Camada de segurança e prevenção: equipada com módulos de proteção de dados, Know Your Customer (KYC) e antifraude analítico. Garante a proteção automatizada desde o onboarding, mitigando riscos na velocidade que o ecossistema exige, sem adicionar fricção à jornada do usuário.

 

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