O Crédito do Trabalhador cresce no Brasil e consolida uma nova fase do crédito consignado privado, mais digital, integrado e acessível. Em menos de um ano de operação, atingiu R$ 11,7 bilhões em empréstimos concedidos para 9,5 milhões de trabalhadores CLT, com taxas de juros abaixo do CDC, e 166 instituições financeiras habilitadas, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em janeiro deste ano, o programa do governo concedeu R$ 13,1 bilhões em crédito, maior volume contratado desde o lançamento da plataforma, em março de 2025, sinalizando um forte potencial de crescimento para os próximos meses.
Vários apelos colocam o Crédito do Trabalhador em destaque no mercado. Além das taxas atrativas, a desburocratização do crédito é um dos mais relevantes. O processo é feito de forma 100% digital e o trabalhador ainda pode usar até 10% dos saldos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) como garantia.
Essa modalidade não somente favorece os consumidores que buscam recursos financeiros em condições mais favoráveis à sua realidade, mas abre novas oportunidades para reforçar sua distribuição por empresas financeiras e não financeiras, tendo a infraestrutura financeira como uma base importante para viabilizar as operações com eficiência, segurança e escalabilidade.
Crescimento acelerado do Crédito do Trabalhador expõe desafios operacionais
Apesar do crescimento expressivo e potencial de expansão, o consignado privado enfrenta alguns desafios técnicos que podem dificultar sua operação e escala.
- Acesso a funding em escala. Muitas empresas esbarram na dificuldade de acesso ao capital estruturado e dependência de poucos parceiros financeiros.
- Custos elevados e fragmentação. Processos fragmentados de etapas como integração da folha de pagamento, averbação, gestão de repasses e conciliação aumentam os custos e o risco operacional.
- Integração entre múltiplos sistemas. Ausência de conexão entre empresas, instituições financeiras, registradoras e plataformas tecnológicas gera uma jornada lenta e sujeita a erros.
- Conformidade com a estrutura regulatória. Isso exige investimentos elevados, conhecimento técnico e operação controlada, o que torna o processo complexo, lento e arriscado.
Infraestrutura de tecnologia financeira “as a Service”
Atenta ao potencial de crescimento desse mercado, a Celcoin disponibiliza soluções de Credit as a Service, focando cada vez mais em modalidades específicas, como o Crédito do Trabalhador. Assim, soluciona as dores de indústrias financeiras e não financeiras que desejam expandir e escalar suas operações.
Hoje, empresas como bancos, ERPs, varejo, fintechs e originadoras oferecem crédito consignado privado em sua própria plataforma digital, com agilidade, eficiência, conformidade regulatória e segurança. E sem a necessidade de desenvolver uma estrutura do zero, reduzindo o time-to-market e investimentos elevados.
Celcoin automatiza a oferta de Crédito do Trabalhador
Baseada em APIs, a solução da Celcoin permite que empresas controlem toda a jornada de crédito, desde a simulação, emissão da Cédula de Crédito Bancário (CCB) e formalização, até a averbação automática junto ao Dataprev, com rápido acesso aos dados dos trabalhadores. Tudo de forma 100% digital.
Processos como análise de margem, contratação, registro e liquidação acontecem de forma integrada e automatizada, sem fricção para o usuário final e com governança para o originador.
Entre os pontos altos da plataforma Crédito do Trabalhador da Celcoin se destacam a escalabilidade para atender grandes volumes e viabilizar operações de originação de crédito com FIDCs, compliance integrado e conexões com múltiplos convênios e averbadoras. Uma atuação que hoje também se expande para a sua nova solução de Consignado as a Service, que atende a indústrias importantes no cenário de crédito, como os correspondentes bancários.
Enquanto a demanda por novas modalidades de crédito cresce no Brasil, a infraestrutura de tecnologia financeira permite que as empresas aproveitem cada oportunidade.